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Bom dia - Itabira, terça, 14 de agosto de 2018  

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Cemig vende ativos de telecomunicação por R$ 648,89 mi
Algar e norte-americanos levaram 18 mil km de cabos ópticos 09/08/2018


 
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Capilaridade. As redes da Cemig Telecom estão localizadas em cem cidades, de sete estados do país
PUBLICADO EM 09/08/18 - 03h00

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) vendeu nesta quarta-feira (8), em Belo Horizonte, ativos de telecomunicação, que chegaram a pertencer a Cemig Telecom, que foi incorporada pela estatal mineira no começo deste ano. A empresa informou, por meio de nota, que arrecadou R$ 648,89 milhões com a venda de 6.000 quilômetros de cabos ópticos em redes metropolitanas e quase 12 mil quilômetros de cabos ópticos de longa distância, localizados em cem cidades de sete Estados – Minas, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Ceará e Goiás.

O lote 1 foi comercializado com ágio superior a 70%. A American Tower pagou R$ 571 milhões. O preço mínimo era R$ 335,07 milhões. O lote é formado pela estrutura da empresa em Minas, Rio de Janeiro e São Paulo.

O lote 2, com a parte da empresa montada na região Nordeste e em Goiás, com preço mínimo de R$ 32,473 milhões, foi arrematado pela Algar Soluções e Telecomunicações por R$ 77,8 milhões, ágio superior a 139%.

No total, a Cemig teve um ganho de 76,5% ante o preço mínimo pretendido pela empresa pelos ativos, de R$ 367,473 milhões. 

Inicialmente previsto para o dia 25 de julho, o leilão faz parte de um processo de venda de ativos da Cemig. A expectativa inicial era que 17 empresas participassem da disputa. Algar, American Tower e Claro se habilitaram a participar da disputa. Esta última, no entanto, decidiu não apresentar nenhuma proposta.

Para o primeiro lote, somente a American fez proposta, uma vez que a Algar apresentou comunicado desistindo da disputa.

As duas empresas apresentaram envelope para o lote 2, mas como o valor oferecido pela Algar era mais do que o dobro do apresentado pela American (R$ 38 milhões), a disputa não foi para a fase de lance.

O presidente da Cemig, Bernardo Alvarenga, comemorou e disse que o leilão superou as expectativas da empresa, uma vez que o preço mínimo dos dois lotes era R$ 367 milhões.

Para o diretor de Gestão de Participações da estatal, Daniel Faria Costa, o leilão dos ativos de telecomunicações é um marco importante no programa de desinvestimento da empresa. “É mais um ativo de relevância que foi vendido, dentro dos objetivos da companhia de reduzir o endividamento e se reestruturar”, destaca. (com agências)

Bons ventos

Leilão. A Cemig agendou para 20 de setembro um leilão para a compra da produção futura de usinas eólicas e solares. Com previsão de fornecimento a partir de janeiro de 2022.

 

Tarifa extra de energia vai durar mais

Rio de janeiro. O diretor-geral do Operador Nacional do Sistema (ONS), Luiz Eduardo Barata, disse que 2018 está repetindo o comportamento de 2017 no setor energético, e que a redução das chuvas deve manter a operação cara até o final do período seco. Segundo Barata, até o final do período seco (outubro) os consumidores devem continuar pagando mais caro pela energia, com a bandeira 2 acionada. 

“Vamos ter 2018 de novo com atenção, mas temos tranquilizado o governo, não corremos risco de desabastecimento de energia, mas sabemos que vamos ter custo alto”, disse Barata.

 
 

 

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