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Boa noite - Itabira, domingo, 16 de dezembro de 2018  

POLÍCIA
Irmãos são agredidos até a morte na frente dos pais, em Betim
O crime aconteceu em setembro, no bairro Cachoeira e a Polícia Civil conseguiu prender dois autores; outros três envolvidos estão foragidos 29/11/2018

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Polícia Civil pede ajuda da população para localizar Felipe Augusto Diniz e a mãe dele, Cleuza Diniz, conhecida como 'Dinha'
Polícia Civil pede ajuda da população para localizar Felipe Augusto Diniz e a mãe dele, Cleuza Diniz, conhecida como 'Dinha'
PUBLICADO EM 28/11/18 - 16h51

Dois irmãos, menores de idade, foram agredidos brutalmente até a morte dentro de casa, na presença dos pais, no bairro Cachoeira, em Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte.

O crime aconteceu em setembro deste ano e, na tarde desta quarta-feira (28), a Polícia Civil apresentou o caso durante uma coletiva de imprensa, anunciando a prisão de dois envolvidos - Jefferson Nogueira Arruda, conhecido como "Anjinho", e Marcelo Rodrigues de Lima, ambos de 23 anos. 

A polícia pede ajuda da população para tentar localizar outros três suspeitos que estão foragidos. Um menor, de 16 anos, conhecido como Marquinhos, Cleuza Diniz Pinto, 46, mais conhecida como Dinha, que é mãe do também suspeito Felipe Augusto da Costa, o Felipinho, 18. "Ela atua como garota de programa e não só tem consciência, como é convivente com o envolvimento do filho no tráfico. Além de ter participado das agressões, ela também instigou os demais autores para que batessem nos irmãos", contou o delegado Otávio Carvalho, responsável pelo caso.

Motivação

Os investigadores concluíram que o irmão mais novo, de 14 anos, atuava no tráfico de drogas da região e tinha uma dívida. "Apuramos que o menor já havia sido agredido como forma de alerta para que parasse de roubar. Porém, dois dias antes da sua morte, ele teria furtado objetos na casa da Dinha e essa seria a motivação do crime", revelou.

Ainda de acordo com o delegado, o adolescente mais velho, de 16 anos, teria tentado ajudar o irmão, mas acabou apanhando também. "Tanto os pais quanto o irmão mais velho tentaram intervir, mas os autores acabaram agredindo ele também e só pararam quando a mãe dos adolescentes chamou o Serviço de Atendimento Móvel (Samu)", afirmou.

Agressões brutais
As investigações apontam que os irmãos foram agredidos com socos, chutes, pauladas e pedradas. Eles tiveram diversas fraturas pelo corpo, as pernas e os braços quebrados, além de traumatismo craniano.

Os familiares que estavam na casa relataram que tentaram intervir, mas os autores não paravam e, ao saírem do imóvel, ameaçaram todos de morte, caso chamassem a polícia.

O adolescente de 14 anos não resistiu aos ferimentos e morreu em casa, quatro dias depois das agressões e, o mais velho, no dia seguinte à morte do irmão, no hospital.
 

 


 

 

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