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Boa noite - Itabira, terça, 14 de agosto de 2018  

POLITÍCA
Gabinete Militar do Governador nomeia a mulher do diretor de Finanças do órgão
30/07/2018

O Gabinete Militar do Governador (GMG) de Minas Gerais nomeou, na última sexta-feira, para um cargo de assessora, a esposa de um diretor do próprio órgão. A nomeação da empresária Lilia Alves, que é casada com o diretor de Planejamento, Orçamento e Finanças do GMG, tenente Rafael Solha, foi publicada pelo Diário Oficial do Estado – o “Minas Gerais”. 

De acordo com a Súmula Vinculante 13, do Supremo Tribunal Federal (STF), aprovada em 2008 e que define regras e situações para o nepotismo, a nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção – caso de Solha – viola a Constituição Federal.

A contratação da esposa do diretor de Finanças chamou atenção de outros servidores do gabinete. No Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), já correm outros inquéritos civis que investigam supostos casos de nepotismo em outras secretarias do governo mineiro. 

Em nota enviada ao Aparte, a assessoria de imprensa do Gabinete Militar do Governador informou que já apura, desde a demanda feita pela coluna, se a nomeação da esposa fere a legislação. “A informação está sendo apurada internamente, e, sendo confirmada qualquer irregularidade, as medidas necessárias à regularização serão imediatamente adotadas, conforme previsão legal”, diz a nota da assessoria.

Questionada pelo Aparte, o gabinete também afirmou que o cargo em que Lilia Alves foi nomeada tem como remuneração R$ 660. “O cargo é de recrutamento amplo e, portanto, acessível a qualquer cidadão ou cidadã que preencha os requisitos legais para seu provimento”, mostra trecho do texto de resposta enviada pela pasta.

A coluna questionou ainda se a nomeação foi feita por meio de uma indicação do marido. De acordo com a assessoria de imprensa, houve uma seleção para o cargo, feita a partir de análise de currículo, “dentre os diversos que são recebidos pelo Gabinete Militar diariamente”.

“Cumpre-nos esclarecer que a verificação dos requisitos para o preenchimento do cargo é feita no momento da posse, quando são apresentados os documentos comprobatórios, feitos os exames admissionais e verificada a existência de qualquer circunstância que impeça a assunção ao cargo. Sendo assim, se for verificada qualquer irregularidade no momento da posse, o ato de nomeação é imediatamente anulado, pois o Gabinete Militar do Governador preza pela legalidade”, mostra outra parte da resposta enviada pelo órgão.

A coluna vem noticiando outros relatos de supostos casos de nepotismo no Estado há algum tempo. Em abril, o Aparte mostrou que, além de empossar a filha do então secretário de Educação – atual secretário adjunto da pasta, Wieland Silberschneider, o governo mineiro havia nomeado para um cargo comissionado uma parente de primeiro grau da então subsecretária de Gestão de Pessoas da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), Warlene Salum Drumond Rezende.

Depois das publicações, as duas filhas de chefes da secretaria foram exoneradas. Na época, a assessoria de imprensa da pasta afirmou que elas foram demitidas “para evitar qualquer tipo de inferência sobre a lisura na conduta de seus secretários”. (Lucas Ragazzi)

Convenções de domingo

A Democracia Cristã (DC), antigo Partido Social Democrata Cristão (PSDC), aprovou neste domingo (29), em convenção na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), o apoio ao governador Fernando Pimentel (PT), em sua busca pela reeleição. Além disso, no evento de domingo, a DC também decidiu lançar 52 candidatos a deputado estadual e 42 a deputado federal. O próprio Pimentel esteve presente ao evento e discursou disparando contra o governo de Michel Temer (MDB). Apesar disso, manteve a esperança de fechar uma aliança com a legenda do presidente, hoje mais próxima de Marcio Lacerda (PSB). “Tudo levar a crer que podemos estar juntos na campanha. Estivemos juntos no governo e também por 12 anos na oposição a nossos adversários”, declarou Pimentel, que tende a ser oficializado como candidato no dia 5 de agosto. Em outra convenção no domingo, o PROS deixou em aberto duas possibilidades em Minas. Uma delas é o apoio à pré-candidatura do ex-prefeito de Belo Horizonte Marcio Lacerda (PSB). Caso Lacerda desista da disputa para ser candidato a vice-presidente na chapa de Ciro Gomes (PDT), é lançar Jaime Martins ao governo do Estado.

 

 

“Eu respondo pelos meus atos, meu CPF é outro. Eu sempre fiz alianças, sempre me dei com partidos. Mas meu compromisso é com a população. Eu respondo pelos meus atos como indivíduo, como homem público, e na Prefeitura do Rio.”

Eduardo Paes (DEM), ao se lançar candidato ao governo do Rio, driblando escândalos envolvendo seus antigos aliados

Alckmin em BH

 

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, volta a Minas Gerais nesta segunda-feira (30) para participar de um encontro com representantes do Fórum das Entidades Empresariais de Minas Gerais. O evento acontece pela manhã no Teatro SesiMinas. Além de Alckmin, o candidato tucano ao governo de Minas Antonio Anastasia também vai comparecer. O encontro reunirá diversas entidades que representam os setores de indústria, serviços, comércio e agricultura. São eles: Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL BH); Associações Comerciais e Empresariais (Federaminas); Federação das Indústrias (Fiemg); Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDLs); Centro Industrial e Empresarial (CIEMG); Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas); Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio); Federação da Agricultura (Faemg); Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais (Ocemg); Federação das Empresas de Transporte de Carga (FETCEMG) e Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae MG).

Candidato de Itamar

 

Após o Aparte destacar a possibilidade de o ex-prefeito de Juiz de Fora Bruno Siqueira disputar mesmo uma vaga à Assebleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), seu pai, Marcello Siqueira, entrou em contato com a coluna. Entre algumas análises sobre o cenário eleitoral, disparou que Bruno continua pré-candidato ao Senado e teria muito a acrescentar a qualquer chapa por levar o nome de Itamar Franco à coligação. “O Bruno representa Itamar. Ele é o candidato do Itamar. O Bruno tem inclusive vídeos do Itamar apoiando a candidatura dele”, destacou Marcello Siqueira, em referência ao ex-presidente morto há sete anos. Reforçando ainda a importância de seu antigo aliado político, o hoje presidente do instituto Itamar Franco fez uma análise inusitada ou no mínimo nova sobre os motivos pelos quais o senador Aécio Neves (PSDB) enfrenta hoje seus piores momentos. “Isso prova a importância do Itamar. Quando ele era vivo, Aécio ganhava todas, pois Itamar lhe emprestava credibilidade. Ele morreu em 2011 e, de lá para cá, Aécio só perde eleições”, realçou.


 

 

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