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POLITÍCA
Governo de Minas já reconduziu um quarto dos 6.000 exonerados
Ao longo dos últimos dias, 1.475 pessoas que haviam sido retiradas da máquina voltaram ao trabalho 18/01/2019

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Cidade Administrativa
Estado não informou se tem intenção de continuar fazendo novas nomeações
PUBLICADO EM 18/01/19 - 03h00

O governo de Minas Gerais já reconduziu um quarto dos cerca de 6.000 servidores comissionados que haviam sido exonerados no primeiro dia da gestão de Romeu Zema (Novo). O levantamento foi feito por O TEMPOcom base nas edições do Diário Oficial “Minas Gerais”.

No total, 1.475 pessoas que ocupam cargos de recrutamento amplo no Executivo, ou seja, que não entraram no governo por meio de concurso, foram reconduzidas aos postos. O número representa 24,5% do total de funcionários que foram desligados por conta da troca de comando de gestões. Somente nessa quinta-feira (17), 182 servidores desligados no dia 1º de janeiro deste ano voltaram ao trabalho.

Durante a campanha eleitoral, Romeu Zema disse que o poder público era um cabide de emprego para apadrinhados políticos e afirmou que iria reduzir drasticamente o número de pessoas contratadas sem concurso público para diminuir o tamanho da máquina pública, por conta do rombo nos cofres do Estado.

A administração estadual foi procurada nessa quinta-feira (17), mas não respondeu aos questionamentos da reportagem, dentre eles: qual é o prazo da equipe de Romeu Zema para finalizar a análise das exonerações de servidores comissionados e quantos serão reconduzidos.

O Orçamento de Minas Gerais sancionado neste ano prevê um déficit de R$ 11,3 bilhões, e a expectativa é que esse débito aumente e chegue até R$ 30 bilhões, uma vez que não está inclusa na conta, por exemplo, a dívida de repasses constitucionais, como ICMS e IPVA, para os municípios. A Associação Mineira de Municípios (AMM) estima que o valor da dívida deixada por Fernando Pimentel (PT) seja de R$ 12,1 bilhões.

Diante desses números, no primeiro ato da gestão de Zema somente não foram exonerados servidores comissionados que estavam lotados nas secretarias de Saúde, Administração Prisional, Segurança Pública e no Corpo de Bombeiros e nas polícias Civil e Militar. Mesmo assim, serviços públicos foram afetados, como da TV Rede Minas, da Fundação Clóvis Salgado e da Biblioteca Pública em Belo Horizonte.

Na época, o governo disse que a exoneração em massa foi necessária para realizar o levantamento de todos os quadros de recrutamento amplo. “Trata-se de uma situação temporária, porém, necessária para que haja a reestruturação da administração pública estadual, com o principal objetivo que é equilibrar as finanças mineiras”, disse o governo na época.

Dados. Levantamento da equipe de transição do governador Romeu Zema mostrou que o Estado tem 13,6 mil cargos comissionados, sendo que cerca de 70% são ocupados por servidores efetivos.

 

 


 

 

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